quarta-feira, 18 de agosto de 2010

[EM OFF] Estou de volta!


 Cara, que saudades! É, eu sei, as reviews deram uma paradinha de saírem do forno principalmente devido há uma viagem pra Fortaleza de férias que tive. Okay, não foi lá uma viagem "de férias", porque aconteceu muita coisa ruim, mas detalhes. Isso aqui vai me ajudar ainda mais a esquecer os acontecimentos ruins e me concentrar no que eu mais gosto de fazer: Criticar. Que amor de pessoa eu sou, né? haha.
    Bem, muitos capítulos se passaram, que ÓBVIAMENTE, eu os assisti, mais não irei criticá-los simplesmente porque senão teria acumulado toneladas de coisas pra escrever. Por isso, vou voltar a criticar os episódios que forem saindo a partir de
 hoje.

P.S: Espero que tenham gostada da review da Pat, outro membro da nossa equipe, ela fofa, doce e escreve tão bem/melhor do que eu, beijos. 
Ela é incrível, vou puxar o saco mesmo.
P.S²: Nas minhas reviews, eu vou utilizar um novo sistema de notas, que vocês logo vão se acostumar, hope you like it!

C
omo por exemplo... 
  

quarta-feira, 28 de julho de 2010

[REVIEW] Mad Men 4x01: Public Relations.

  Depois do season finale - e também na minha visão o melhor e mais emocionante episódio de Mad Men já escrito, "Shut the door. Have a seat." Mad Men voltou domingo dia 25 com a quarta temporada, e voltou não exatamente onde parou - a impressão é que eles fizeram alguns progressos enquanto estavamos esperando eles voltarem. É dia de ação de graças, em 1964. Don Draper tem um apartamento absurdamente escuro onde ele mora agora que não está mais com a Betty, que está tentando se adaptar a família não muito receptiva de seu novo marido. Ter uma filha rebelde que quer o pai de volta também não ajuda. A nova agência de publicidade que eles formaram tem só um andar, o que gera inúmeras piadas ao longo do episódio e, basicamente o que vemos é que eles estão lutando para se acostumar com o fato de que, agora, ser criativo não é tudo, é preciso cuidar do ORÇAMENTO limitado.
 Don Draper se acha o biscoitão do pacote e torna isso muito difícil, principalmente ao perder a oportunidade de se promover e promover a empresa em um artigo de jornal que tentam escrever sobre ele mas que ele não colabora com informações, afinal, Don Draper - e nós sabemos - não fala sobre sí já que ele é do meio-oeste. (e não é Don Draper, e sim Dick Whitman. tem isso também)



Há alguns personagens novos, funcionários da empresa em sua maioria, que parecem muito simpáticos e não chamam a atenção negativamente como personagens novos geralmente fazem. A nossa - minha, ao menos - reação de "Você não era dai e eu não gosto de você" não acontece. Todos parecem bastante simpáticos e convincentes. E há um encontro que Roger arruma pra Don com uma mulher que não poderia ser mais parecida com a Betty. Se Don Draper realmente continuar saindo com essa mulher, a menos que ela se mostre ser inteiramente diferente do que ela aparenta ser, teremos Betty 2.0 - A missão.

  Peggy mais uma vez mostra que ela tem talento pra publicidade, é criativa e pensa como publicitária das melhores, o que Pete tem talento para - além de fazer um social - botar tais idéias em prática ainda que elas sejam contra os ideais de Draper.

No caso a idéia foi contratar atrizes para brigar por um presuntão, ir parar no jornal, e promover o produto. Draper aprova? não. Funciona? bom, sim. Alguém mais ficou pensando como seria o gosto daquele apresuntado de latão chamado Sugarberry?




Uma das minhas personagens preferidas, a secretária Joan, volta em poucas cenas, mas como sempre foi. Discreta, MUITO boa no que faz e meio que sem querer, afinal o que ela realmente tem em mente é ter uma linda família.

 Uma das coisas que percebemos sobre Joan é que ela, diferentemente da Peggy, é boa no que faz sem precisar lutar por uma posição ou demonstrar eficiencia. Ela simplesmente é indispensável, casualmente, porque no fundo as ambições dela não estão na agência. É aquela velha história do "Eu sou boa em algo mas quero outra coisa, o que me torna melhor ainda já que eu não sou desesperada pra subir no emprego."

Sem contar que ela é absurdamente linda e charmosa. Estaria ela bem com aquele horrível médico incompetente que não percebe o quanto ele tem sorte da Joan gostar dele? Tenho minhas dúvidas depois de ela ter jogado aquele vaso (ou era uma garrafa?) na cabeça dele.




 Para terminar, Public Relations é sobre, bom, Relações Publicas. Ou a completa falta de tato de Don Draper com as relações publicas, e os esforços que ele estará disposto a fazer agora que tais relações são essenciais para a existência da agência. E que venha o próximo episódio!

[APRESENTAÇÃO] Olá, e um pouco sobre Mad Men.

                               

Olá! =D
Meu nome é Patricia, eu sou amiga do Rafael Trinta e estarei escrevendo, sempre que possível, comentários sobre os episódios de Mad Men, da AMC. Eu não sou crítica de seriado, eu nem sei se isso existe, mas eu gosto de comentar coisas que são pouco convencionais. Então se você gosta de comentar sobre o que as pessoas dos seriados vestiam, comiam, e como elas usavam canetas penduradas no pescoço, bom, talvez você goste das minhas reviews!

  Se você nunca viu Mad Men e não sabe sobre o que ela é, eu vou primeiro dizer que não é comédia e não é sobre um homem louco - não literalmente embora essa afirmação possa ser contestada depois de se conhecer alguns personagens da série que é, na verdade, sobre os homens de Madison, a avenida conhecida nos Estados Unidos por ter os prédios onde empresas de publicidade começaram a mudar a forma como viamos - e consumíamos - nos anos 50. A série é sobre os homens e mulheres da publicidade, nos anos 50/60.

  A série se passa em uma agência de publicidade, e em como os funcionários (publicitários, artistas, secretárias, etc) se relacionam, o que na minha opinião é um barato.

  Quando se trata de Mad Men, observe, ele não está tentando fazer você acreditar que é 1960, simplesmente é 1960. Isso é o que mais me atrai na série, e ela não está julgando moralmente enquanto apresenta pra você o que acontecia nos bastidores da Avenida Madison, o berço criativo da publicidade dos anos 50, ela simplesmente te mostra como só alguém que vive naquela própria época veria. Você está envolvido demais para criticar, você apenas quer entender aquilo que é, claramente, o inicio do que hoje conhecemos muito bem, de até onde a publicidade vai para vender produtos e estilos de vida.

  Se a cada comentário de caráter duvidoso como o famoso "esta máquina foi feita de forma que até uma mulher pode usa-la" ou "Temos que levar os cigarros de volta aos filmes" fosse feita uma breve descrição da - ausência de - moral explícita em argumentos, Mad Men falharia miseravelmente porque isso é o que o difere de outras mídias desta época, que transbordam de tentativas histéricas pra atrair a atenção para o espírito daqueles anos e de como, supostamente, estamos muito melhores agora obrigado.

  Os diálogos de Mad Men são tão casuais e ao mesmo tempo parecem tão genuínos, bem como a forma dos personagens verem o mundo, que você não se pega pensando "Oh isso está ai para nos mostrar como era naquela época". Um exemplo clássico é visto com o cuidado com os detalhes: Sim, é 1960, mas os móveis e as roupas não são de 1960, porque pessoas normais usavam coisas dos anos 50 e só iriam adquirir tais coisas novas depois de vários anos, como todos nós fazemos!

 Se você não viu Mad Men, dê uma chance. O mínimo que pode acontecer é você aprender um pouco sobre como as agências de publicidade pensaram - e pensam, até hoje. E rir, porque apesar de não ser comédia, Mad Men tem um humor único.
 E, se você já viu e acompanha, que venha a 4 temporada, SWELL.

Você poderá ler a review de Mad Men 4x01 no post: [REVIEW] Mad Men 4x01: Public Relations.  

terça-feira, 20 de julho de 2010

[REVIEW] Drop Dead Diva - Senti-Mental Journey


          Família. Sempre a manteiga do nosso pão de forma; o queijo da goiabada; o toucinho da feijoada e quinhentas outras referências culinárias que me lembram tanto nossa querida Jane. Epa! Não que eu tenha algo contra essa protagonista charmosamente acima do peso – até porque o blogueiro aqui não é lá dos mais magrinhos, hahahaha! – mas não dá pra falar de Drop Dead Diva sem falar de comida às vezes (“Estética” é um tema recorrente na trama). Mas, sinceramente, antes da família completar qualquer coisa da nossa vida, ela causa muito problema. Ah! Isso sim. E em Senti-Mental Journey a irreverente mãe de Jane, interpretada pela engraçadinha Faith Prince, reaparece trazendo como sempre, mais um problema: Além de ser presa por atentado ao pudor, revela sofrer de bipolaridade. E claro, o traz o fator ”pé-no-saco” pra pobre protagonista sofrer durante o episódio.
         Drop Dead Diva agora se livrou de todas as amarras deixadas pela temporada passada, já que Tony saiu do seriado. Logo Jane está solteira, Grayson está solteiro e como um mais um dá dois... Tcharam! O roteiro volta a empurrar o “casal principal” de volta. Não sabemos ainda se Grayson sem-sal – me perdoem fãs do coitado, mas vai me dizer que ele é o mestre da personalidade? Hahahahaha! – está realmente afim de dar uma chance para sua parceira de trabalho, mas que é possível que esteja mais próximo de acontecer um tão esperado primeiro beijo, ah, isso está. Devemos admitir que o que o personagem não tem de graça, tem de beleza. Jackson Hurst é um dos melhores mocinhos da TV Americana nesse quesito, de acordo meninas? Hehe.
       Bem, o episódio em si foi bem descompromissado. Fechou-se mais no drama da mãe instável e na, finalmente, aparição do pai de Jane, que sinceramente, foi verdadeiramente arremeçado na trama. Ele apenas largou a mãe da Jane porque ela era louca, é isso? Tirando isso ele não tinha nenhuma outra característica especial? Ai, ai, comédias românticas e seus personagens unidirecionais e extremamente irrealísticos. Espero que reconstruam ele mais tarde. Afinal, houve um reencontro pai e filha que foi realmente POUCO aproveitado!
      Além disso, Fred parece que além de ser o vouyer da relação Kim e Parker, também pode arranjar suas... Escapadinhas.  No meio das aulas de direção ministradas pela irônica Teri, – Okay, admito que ela como personagem cômica funciona muito bem. – Fred é parado por uma policial que... Adivinhem só? O chama pra sair. E ela não era pouca coisa não, hahahahaha! Mas claro que ele ia dar aquele fora no final pela sua honestidade inconveniente. Mais que é fofo o amor todo dele pela Stacy, vamos combinar né? S2 para eles.
       Drop Dead Diva mantém-se com sua regularidade de passo de tartaruga, mas que dá muito certo na trama. Como não é uma série de 45694877894 surpresas, pelo menos que os clichês sejam bem trabalhados não podemos reclamar. Garante boas risadas durante o epis –  Jane e a Mama cantando “Walking On Sunshine” foi totalmente comercial de pasta de dente! – e com certeza alguns suspiros de “Beija ela logo, porra! DDD entrega mais um capítulo decente desse víciozinho leve que não consegue nos desgrudar da tela!
   
     
 
     

sábado, 17 de julho de 2010

[REVIEW] Persons Unknown. - Incoming.



      Há um lobo em mim, presas apontando para as feridas dilaceradas. Uma língua vermelha na carne crua e lambendo o sangue quente. Mantenho esse lobo porque a insensatez me deu. E a insensatez não o deixará ir embora. Há um babuíno em mim, garras clementes, cara de cachorro, balbuciando que o idiota está com fome.  Tenho um zoológico. Tenho uma  jaula no meu... “Porque sou o guardião do zoológico, eu digo sim e não, canto e mato, amo meu trabalho.” - Carl Sandburg.  
     Começo filosófico para mais um episódio de Persons Unknown. Principalmente quando uma nota de análise jaz enquanto o “guardião do zoológico” vigia cada um dos seus animaizinhos recitando poesias. Janet, Graham, Moira, Charlie... Um lobo em frente a desordem, com uma ira insensata e completamente incontrolável escondida dentro de si. Logo foca em Liam, o qual o japonês misterioso  continua a divagar, falando sobre um babuíno, perceptivelmente inseguro e estupidificado, se exasperando em busca de atenção. Seria uma conexão há cada personagem? Um simples jogo imagem – palavras talvez. Indo um pouco mais longe, seria a cidade um “campo de teste”, onde o que é que esteja por traz disso apenas busca reações de cada um de seus experimentos, seus ratinhos de laboratório, em busca de certa meta ainda não explicada?
    Mas não vamos perder tempo em apenas os primeiros 3 minutos do episódio. Incoming finalmente - parece que todo mundo estava esperando por esse momento Jogos Mortais! – mata um de seus “participantes”: A loirinha (Sempre quem morre primeiro em filme de terror? A loira burra. Ignore esse comentário, hahahahahaha! ) Tori.  E com um jogo de manipulação de imagem à lá ditadura militar, Moira foi levada a acreditar que Tori ainda estava viva e ti voltou para seu pai.  Na verdade, Moira mais uma vez se revela como uma das personagens mais sagazes entre todos. Analisa as informações, faz quadros de investigações CSI em seu quarto e finalmente, suspeitou de Joe e suas desaparecidas misteriosas... Tudo sem perder a pose de personagem inofensiva.  
      Falando em capacidade de  ser ofensivo, diz o ditado que o que se perde, se ganha. E com a ida de Tori, uma  nova personagem foi jogada na trama e ela não poderia ser mais perigosa: Tatuagens de prisão, porte musculoso, olhar intenso... Erika é a mais nova presa na cidade. E sinceramente? Ela já me conquistou como sendo minha personagem preferida. Conseguiu quebrar o já extremamente entediante clima morno de chove-não-molha que PU tinha caído nos últimos episódios. Correu como se estivesse em liquidação da C&A, com habilidades físicas surpreendentes – Close nos golpes que ela deu em Liam, quem não riu daquilo? Merecido! – até ficar presa em um cofre de banco com Janet. No qual a cena mais tensa do episódio aconteceu: Uma conversa entra Janet e Erika. Em um começo primeiramente assassino, revela-se que Erika também é uma mãe. E logo acontece aquele momento de aproximação entre as duas, como a famosa ligação que as mulheres que são mães costumam ter. Palmas para a a atriz Kandyse McClure, que mostra uma personagem aparentemente bem aprofundada e, provavelmente, uma das mais “acreditáveis” do grupo.
      Uma amizade entre Erika e Janet, Graham e Moira discutindo sobre Joe, Liam cada vez mais sendo excluído socialmente do grupo. ... Quais serão os próximos passos da série? Com certeza as novas reviravoltas ajudaram a reavivar a trama, aumentando a velocidade do decorrer dos fatos e, principalmente acordar o telespectador do coma que estava jogado anteriormente. E você, quais são suas novas apostas? O zoológico está aberto.

P.S: Eu não falei na trama “o lado de fora” simplesmente pela falta de interesse mesmo. Os fatos que acontecem por lá, tem ápices um tanto esperados, como o de que o pai de Tori sabia da existência dessa organização ou o encontro do ex-marido de Janet com a filha. Mas nada que exija muitas explicações.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

[REVIEW] True Blood - 9 Crimes

                   E  quando pensávamos que a temperatura da série seria sempre abaixo do zero, o calor dos lobos chega para esquentar a todos. True Blood é uma série de tremendo sucesso da HBO que conquista o público adulto (e obviamente, o jovem já que estou aqui revisando em cristo a série.) por trabalhar com a fantasia dos vampiros em uma realidade alternativa extremamente complexa. Conhecida por sua maturidade, violência, questionamento religioso e pornografia pesada, True Blood oferece os mais diferentes ensinamentos mundanos sobre a vida. Isso sem contar no fato de que é, adequando ao palavreado “característico” da série, um puta entretenimento. E a terceira temporada eleva tudo para um novo patamar de guerras entre províncias, triângulos/quartetos amorosos e muita, – me desculpem, mas não dá pra falar dessa série sem entrar inteiramente no seu universo lingüístico, se é que me entendem. - MUITA sacanagem.
               9 Crimes” já começa com o que toda garota tava mais do que esperando desde que as fotos do Joe Manganiello foram divulgadas como o ator de Alcides: Vê-lo sem camisa. E se me permitem comentar, alguém realmente se decepcionou muito? Até Anna Paquin apresentou uma química assustadora no perpassar da cena, a voz tremia com perfeição, os olhares nervosos e com medo, a falta de ar... Okay que muitas pessoas podem comparar aquela ceninha do “It’s a werewolf thing” com Crepúsculo, – vejo pedras voando em minha direção em 1, 2... - mas sinceramente, levantar a atuação de Taylor Lautner e Kristen Stewart com a de Anna Paquin e Joe Manganiello? Fail. Mas o que mais dizer do novo personagem Alcides? Ele é pavio-curto, durão, esquentado – sem trocadilhos, people! – e carente, e já o vemos sofrendo pelo término do namoro com a sua ex, Deb.  Own.
             E parece que não é só ele que está sofrendo com términos de namoro... Pois é, Sookie acaba de ser chutada por Bill. Num daqueles momentos que você tem vontade de trucidar uma pessoa – Quem suporta a Lorena? – Sookie recebe uma ligação por telefone do seu namorado seqüestrado dizendo que não quer que ela o procure mais. Frio, ardiloso e rápido. Uhhh. Mas como a loirinha de dama indefesa não tem nada, ela decide continuar assim mesma, e ao descobrir pela Irmã de Alcides que a festa de noivado de Deb é na verdade, um ritual de iniciação dela no grupo de lobisomens viciados em V, arquiteta um plano James Bondiano. E hey, quem nunca queria ver Sookie em um visual mais bad girl, huh? Hahahaha.
          Mais do que isso, a festinha de noivado nos mostra uma grande surpresa: Vampiros e lobisomens se dando bem! Ou melhor, um vampiro comandando uma legião de lobinhos. Tsc, tsc... Esse sangue de vampiro deve ser dorga boa, huh? E aparentemente há ainda muita coisa por trás disso. Os personagens dos lobisomens realmente fazem o semblante que imaginaria fortes, brutos, grossos... Até as mulheres! Mas ainda não sabemos se garotas também podem ser lobos, já que não foi mostrado no episódio diretamente.
       Quanto aos outros personagens, as tramas se desenrolam estritamente separadas, praticamente fazendo a terceira temporada de True Blood virar cinco tramas ao mesmo tempo: Sookie e Alcides, Bill seqüestrado, Eric e Pam, Tara e o vampiro do mal, e os personagens do Merlotte’s.  Não sei ainda se isso é uma coisa boa ou ruim, desconstruir a organização de True Blood tanto assim, mas ainda não vi pontos realmente negativos nisso.
     Eric passa por um momento muito tenso para os seus mil anos de vivência. Paixão. E pior ainda... Por uma humana. E na cena do delírio do vampiro com a vitaminada Sookie – que belo corpo, Anna! – vemos o quanto é compreensível a quantidade de fãs do Team Eric. E somado a distração dele, um novo problema surge no seu universo profissional: O magistério descobriu que vossa Majestade é uma rede de tráfico de V. É incrível ver o quanto eles REALMENTE criaram um universo vampiro alternativo, colocando até DEFEITOS político-sociais em sua formação com algo tão reconhecidamente humano – o tráfico de drogas. E o que dizer mais? Pobre Pam, será que eles irão quebrar mais um sapato dela?
     Tara parece um imã para caras errados, fala sério! A mulher simplesmente tropeça no perigo e pior que eu me identifico muito com isso, hahahaha! Apesar de que não sabemos exatamente o que o vampiro está em busca, com certeza é algo pros lados da Sookie. Bill se mantém em sua tristeza e o grande destaque é em sua cena final, no qual ele percebe que aos poucos, volta a sua origem carnal e monstruosa de um vampiro sem coração. O sangue caindo pela fresta da limosine deu um clima realmente dark e o acabamento na atuação de todos os três atores foram perfeitos. Minha cena preferida do episódio provavelmente.
    Já o Merlotte’s se divide em vários pequenos casinhos, de a família PODRE do Sam da tensão entre Jason Stackhouse e o xerife, ou deveria dizer, a chantagem? Essa parte da trama, se devo comentar, é a mais whatever de todas – Em meio a densidade em que estão as outras, essa perde levemente o brilho. Mas não chegam nem PERTO de ser ruim, claro. True Blood apresenta um roteiro bruscamente refinado e é difícil, ao meu olhar amador, realmente analizar algo tão bem construído como a criação de Alan Ball. Então não se surpreenda se as reviews não passarem de 509685094 maneiras de elogiar esse seriado e apontar ligeiros e mínimos defeitos da trama. Mas nada que vai fazer você parar de ver essa obra-prima do clássico dos vampiros do séc. XXI. 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

[REVIEW] Rookie Blue - Mercury Retrograde

      
      
    O que dizer? Decepção, caso tedioso, decepção, personagens chatos, decepção, muitos minutos de tédio, decepção e... O que mais mesmo? Ah sim, decepção. Mas porque ser tão direto assim desde o começo do texto? Oras, porque quando você tem um pilot tão bem construído, cheio de boas referências e qualidade como Rookie Blue teve e, já no segundo episódio, a qualidade já cai consideravelmente... Bem, você fica um tanto puto, se me permite ser um pouco mais vulgar. A audiência já tropeçou de 7.25* para 6.84 e mesmo sendo uma  leve caída não me surpreenderia se a situação piorasse um pouco mais no próximo episódio. Isso claro, se o roteiro não der um up e voltar pra o que a premissa havia TÃO SÁBIAMENTE prometido.
      Mas bem, chega de introduzir a review tão cabisbaixamente assim, até porque o episódio não foi RUIM, mas sim broxante se comparado com o anterior. Vou logo pros pontos negativos antes de tentar melhorar a pintura que estou fazendo da coisa, hahahaha. Antes de qualquer coisa, parece que simplesmente sumiram com a abordagem “narração em OFF” e “prólogal” que ajudava muito a manter a série excitante. Simplesmente NEM pareceu que aquele era o segundo dia de trabalho deles! Não tentaram colocar mais problemas pessoais pra eles, não estenderam a lapidação das personalidades de cada um - algo ESSENCIAL para a futura identificação do público com o seriado - e tirando pequenas e mínimas referências de que ainda estavam se adaptando, a rotina dos 4 policiais foi... Como a de qualquer episódio de série policial. O que, venhamos e convenhamos, é a meta que QUALQUER programa do gênero hoje em dia deve seguir.
                O cliffhanger foi simples: Uma informante que deve ser mantida em segurança de um mafioso perigoso. Os tutores foram trocados, e como o Sam voltou para largou o trabalho de policial em disfarce, voltou a ser submetido às ruas e sua parceira novata... Quem mais do que sua nova rixa Andy McNally? Apesar de uma idéia esperada, porém aceitável, conseguiram NÃO trabalhar bem com isso também, acelerando o relacionamento e... OMG, adivinhem só, eles já QUASE se beijaram no segundo episódio! Que romântico!... Not. Mas para não dizer que foi uma shit a química Andy/Sam, ambos tem potencial  interpretativo e são disparadamente os melhores atores dali.
               E... Err, isso foi o mais importante do episódio. Espera... Estou esquecendo alguma coisa! Hmmmm... Ai está quase chegando... Lembrei! HÁ OS OUTROS TRÊS POLICIAIS NA TRAMA. A gente esquece tanto deles já que o enredo parece escrito às pressas e completamente sem emoção. Bem, um sofreu por ter complexo de ser nanico – Dov Epstein – e prendeu o traficante da cobra na testa usando o tapão nas orelhas. Mas ai a Gail roubou seu traficante, já que é a mais traiçoeira de todas. Já o Chris continuou sendo o manual de instruções do grupo e a Traci simplesmente rodopiou com o namoradinho dela que a favorece por ser um detetive. Tédio, tédio, tédio.
                        Qual o ponto que eu quero chegar? Simplesmente que a trama se desestruturou completamente em Mercury Retrogade, perdendo boa parte do que havia de atrativo em Fresh Paint. Parece que mudaram o roteirista de um episódio pra o outro, e Rookie Blue virou “Série de casos policiais genéricos”.  E por mais que ainda continue sendo algo assistível, lhe dá um pouco de pena dos 40 minutos que poderia ter passado, não sei, limpando seu quarto talvez?

sábado, 10 de julho de 2010

[REVIEW] Pretty Little Liars - Reality Bites Me

       
         
Parece que mandar mensagens ardilosas não é mais o suficiente para A-. Câmeras escondidas, provas de relacionamentos proibidos, fotos sexualmente comprometedoras... “Reality Bites Me” coloca a pequena fofoqueira fazendo aquilo que desde o começo ela ameaçava: Manipular a vida de cada uma das meninas. E ver-la sendo um pouco mais ativa dentro do decorrer dos fatos pode ajudar muito a trama a quebrar um pouco essas comparações com Gossip Girl que tem ganhado força no público jovem. Afinal, A- é mais do que uma espécie de narradora onisciente - Ela é uma personagem realmente envolvida dentro de tudo.  E nada como reviravoltas pra quebrar todos os estereótipos que tínhamos como verdadeiros, não é?
       Primeiro vamos à pergunta que não quer calar: Jenna está realmente cega? Suspeito é pouco aquela ceninha do batom no elevador, afinal porque ela precisou ir para frente, erguer um pouco a cabeça e manusear o acessório com tanta precisão. Isso sem contar com o fato dela ter adivinhado que havia uma pessoa no elevador. Mesmo que ela tivesse ouvido a respiração de Hanna e, quem sabe, pressuposto que não estava sozinha ali, como ela faria aquela pergunta pra um estranho em potencial? Não seria um pouco ousado demais? Mas isso é apenas um fato estranho, pois não podemos ignorar que a ceguinha tem uma personalidade irreverente. Então não é impossível que tudo aquilo realmente tenha sido coincidência.  
     Quanto ao fato de que ela faz psicoterapia, não é uma grande surpresa como fizeram na cena. Afinal, Hello? Ficar cega de repente, em um acidente “possivelmente” proposital com certeza mexeu com seus neurônios.  Tirando as investigações em Jenna, Hanna parece ainda ter chances em reconquistar o namorado santo “vou-casar-virgem” dela, o que é totalmente whatever pra mim se querem saber. Sério, que casalzinho sem sal! Logo a mais espevitada do grupo tem o peguete mais insuportável e realmente com indícios de que é homossexual? Espero que coloquem mais pimenta nesse acarajé insosso.
     Agora, quem teve uma verdadeira animada em seus draminhas pessoais foi a Emily. Com uma verdadeira desaparição por todo o episódio da “mais-do-que-BFF” Maya, Em se envolve mais com o irmão de Jenna. E tenho que dizer que  ator que faz esse garoto perturbado realmente tem o look certo pro papel! O cabelo bagunçado contrastando com os olhos de um azul lívido totalmente convencem, e a química entre ele e Emily é tão boa quanto à dela com Maya (apesar de eu já deixar claro aqui que acho esse romancezinho muito forçado).  E isso nos leva a revelação que A- fez para Hanna sobre a dita sexualidade da amiga – Oops! Parece que as coisas vão começar a espalhar agora. É interessante notar como ultimamente a mídia americana tem trabalhado com a homossexualidade de uma forma tão... Indiferente. Hanna aceita a amiga sem esforços e não é só em Pretty Little Liars que já podemos ver isso não: Grey’s Anatomy, Desperate Housewives, Gossip Girl... Todos apresentam personagens gays  e são tratados com tanta normalidade no roteiro que chega a parecer que apresentam universos paralelos e utópicos. Ponto positivo ou negativo?
     Aria e o professorzinho têm um começo romântico no episódio, com eles se expondo mais para o mundo ao saírem para um bar juntos e encontrando um amigo de faculdade de Ezra. As cenas com os dois são leves – bem mais agradáveis do que a chatice daquelas briguinhas sem sentido do episódio anterior – e o choque final em que Ezra descobre sobre A- realmente veio no momento certo. Quanto ao relacionamento entre os pais de Aria, nada que mereça muito destaque (apesar da cena final dos dois irmãos comendo no quarto o jantar enquanto a casa está num daqueles momentos tensos típicos de casais em processo de separação tenha o seu valor).
    Spencer, Spencer, Spencer... Alguém mais tem percebido que essa garota pega tudo e TODOS? Sua lista já conta com dois namorados (um deles noivo) da irmã, e enquanto ainda tá com rolinho com o Wren, ainda inventa de sair com o garoto do tênis! E todo mundo pensando que ela era a mais quietinha, não é? Hahahaha! Pena que o seu relacionamento com o pai não seja de tanto sucesso assim. O cara é um verdadeiro workaholic egoísta e quanto mais ela tenta ser a filha perfeita, mas ele se revela um péssimo pai. E roubar uma redação para ganhar um prêmio realmente não é muito diferente de forjar uma partida pra ganhar respeito de alguém. A cara de tacho dele no final dá vontade de gritar de prazer e dançar rebolation – Não.
    No geral, foi um episódio acima da média e que retomou aos trilhos da trama principal, a qual deu uma paradinha no episódio anterior. Pretty Little Liars parece manter sempre uma boa média de qualidade e não é a toa que sua audiência atinja níveis satisfatórios e não decepcione os adoradores dos livros da Sarah Shepard. A história tem tudo pra seguir um ritmo legal, alavancar fãs e tornar a nova melhor série teen estável da ABC Family.

terça-feira, 6 de julho de 2010

[REVIEW] Pretty Little Liars - Can You Hear Me Now?


            

         A- é onipotente, onisciente e onipresente, bitches. “Can You Hear Me Now?”,  o quarto episódio da mais nova série Gossip Girlish da ABC Family mostra o quanto a suposta Allison tem o poder em suas mãos. Mas antes, vamos aos fatos: Apesar da caída deste último episódio, PLL tem atingido ótimos números na audiência do canal: 2,47*, 2,48, 2,74 e, agora, 2,09. Apesar de um tanto instável, são bons  e consideráveis números para o canal. Aparentemente, a tentativa da ABC Family em apostar em um seriado teen um pouco mais provocante e trash (e não digo pejorativamente), algo muito mais The CW do que suas manjadas tramas familiares e politicamente corretas. Ponto pela ousadia.
       Mas apesar da leve declinada, o episódio não desapontou tanto assim. Cada vez mais, as quatro amigas parecem voltar aos velhos tempos e se reunirem para lidar com a situação ardilosa. Mas ainda assim, continuam a ver o problema muito externamente, colocando-o como algo medíocre e subestimando a capacidade do inimigo. Sério, garotas, realmente acham que bloquear mensagens de texto de anônimos vai sanar o problema? E quando é que já isso funcionou? Ninguém vê filme de serial killer mais hoje em dia? Risível. Mas tudo bem, já que “A-” não deixaria Aria, Hannah, Spencer e Emily sem aprender essa lição primordial do episódio: “Eu não sou assim tão fácil, vadias.”
      O drama, porém, é mais complexo que isso na vida das belas mentirosas de Rosewood. Aria continua a se aproximar do seu “affair-to-remember” Mr.Fitz, o professor mais cobiçado do colégio, e por mais que algumas briguinhas entre ambos soem um tanto “sério que eles brigaram por isso?”, é interessante notar a química entre os atores Lucy Hale e Ian Harding. Você acredita naquela intensa troca de olhares que eles lançam seja na escola ou no apartamento dele – que safadinha essa Aria, já até entrando na casa do macho! – Ou enquanto estão descontraídos comendo comida requentada. Mas que a menininha é apressada, isso é fato! Não me surpreenderia se no próximo episódio, ela já aparecesse na cama do professor! Tsc tsc... Essa nova geração... (Detalhe: O autor da review tem apenas 18 anos, hahahaha!)
      Ashley Benson, provavelmente a melhor atriz do grupo de elenco principal, surpreende mais com a sua personagem Hanna que, ao meu singelo ver, é a mais problemática. Cleptomania, traumas com o corpo, valores duvidosos, pai ausente, mãe... Bem, um só adjetivo não se encaixa nesse ser. Close na cena entre ela e a Spencer, que quase passa em branco se não visto por um olhar clínico: Hanna em frente ao espelho, trocando roupas e pergunta se a amiga a espiou. Spencer nega, e, pela expressão de Hanna, é possível ver o quanto sua auto-estima é inexistente, e o quanto ela luta com seu perfeccionismo. Não me surpreenderia se daqui há alguns episódios, o tema anorexia pulasse em alguma fala. Tirando isso, a aparição de uma madrasta e irmãzinha por parte de pai para a loirinha mostra que ainda tem muito drama a ser jogado na lenha.
      Enquanto isso, Emily vive o momento shakespeariano de sua vida: Ser ou não ser, eis a questão. Normalmente, eu gosto de quando temos a homossexualidade tratada em uma série, mais algo soa tão superficial neste casal lésbico. Toda essa bajulação de presentinhos, fotinhos na máquina, dormir na mesma cama... Deus, elas não, tipo, ACABARAM de se conhecer? Hello! Eu não duvido nada que isso seja só fogo inicial da personagem e uma tentativa fail de arrebatar audiência e que o irmão de Jenna consiga conquistar seu coraçãozinho aventureiro e... Yummy.
      Já Spencer, que aparentemente TODOS detestam, é simplesmente a minha personagem FAVORITA. Sim! Talvez por eu me identificar muito com aquele amor de família, e com o seu caráter de “lutar para sempre ser a melhor” e principalmente porque eu descobri o quanto amo odiar aquela irmã dela. Sinceramente, já vi najas menos venenosas. Agora que o charmoso Wren e seu sotaque britânico (Ownti!)voltaram por ela, espero que consigamos ver a pobre Spencer mais solta. Um sossego daquele inferno de mão, pai, cachorro, papagaio... Credo!
      Pretty Little Liars continua firme e forte. E apesar de algumas tramas mais vigentes terem sido deixadas de lado, como a Jenna thing e claro, a investigação em si, focar nos dramas pessoais das meninas talvez tenha sido uma boa jogada de familiarização com os personagens. O que esperar em seguida? Que pergunta. No mundo de Pretty Little Liars, só “A-“ desvenda as respostas... E qual será a próxima verdade escancarada? Que os SMS’s revelem.

 
*(média em milhões de telespectadores.)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

[REVIEW] Drop Dead Diva - Home Away From Home.




               Depois da despedida de Ugly Betty, muitos fãs ficaram sem uma comédia chicklit puro-açúcar para deixar o dia mais leve. Afinal, um romancezinho gratuito com tudo aquilo que a gente gosta de ouvir – seja você mesmo, beleza não põe a mesa, blá blá blá - não faz mal a ninguém, certo?  Mal sabem elas o que estão perdendo com Drop Dead Diva, que tem muitos elementos tão gostosos quando a história de Betty que supera as aparências, talvez até mais bem trabalhados. DDD  continua a manter o mesmo clima que teve em sua premissa inicial: Uma modelo fútil a um pé de se casar e ter o seu happily-ever-after sofre um acidente e falece, porém por um engano com o pessoal lá de cima, acaba sendo jogada no corpo de uma advogada com alguns quilinhos a mais. Mas agora na segunda temporada, Jane se mostra muito mais forte, poderosa, auto-astral e bootylicious!
            Neste quarto episódio, Jane acaba de voltar com o gordinho extremamente charmoso Tony, e bem, depois de tanto tempo sofrendo para se sentir à vontade em um corpo que não era exatamente lá do velho porte de Deb, isso é até interessante de se notar nela. A atriz/cantora Brooke Elliot sempre expressiva e entregando performances muito satisfatórias, consegue deixar bem claro esse novo lado de Jane. Tirando a vida amorosa de Jane, que anda de vento em popa, os casos da semana são simples – até porque, a série nunca foi de focar muito em suas engenhosidades. O maior destaque foi ver a atriz Emily Kuroda, a inesquecível mãe de Lane em Gilmore Girls, como sempre, fazendo papel de coreana presa a sua cultura. O que no começo parecia que iria causar um problemão, o cliente de Grayson ser um ex-namorado de Deb, simplesmente perdeu a força durante o episódio e terminou não sendo bem aproveitado.
       As tramas secundárias, no entanto, trouxeram uma surpresa um tanto interessante. Okay que no finalzinho do The Long Road to Napa, já havia dado pra sacar um climinha entre Parker e Kim, mas sinceramente, os ver tentando ser discretos no trabalho foi muito mais excitante! Acredito muito mais na química desse casal do que o sonso Kim e Grayson: Ambos têm personalidades fortes e são cheios de não-me-toques. Até porque, apesar de adorar Jane e Tony, o final de Home Away From Home simplesmente cortou todas as esperanças do casal, e com a saída do personagem do Tony, os votos voltam que Jane terminará com Grayson, hahaha! Felizes?
         Esse episódio trouxe mais destaque para Teri, já que o caso principal foi dela, mas tirando o seu bom desempenho pro lado cômico, nada de especial pode-se tirar disso. Stacy fazendo a pantera e mostrando o quão linda é foi engraçado e Fred como sempre, se ferrando por ser encherido. Finalizando, DDD continua mantendo o mesmo nível de sempre de entretenimento gratuito sem muitas expectativas, mas que nunca vai tirar a vontade de esperar pelo próximo episódio.

domingo, 4 de julho de 2010

[REVIEW] Persons Unknown. - Exit One.




    Abelhas. Táxi. Delírios. Espião. Persons Unknown continua com sua premissa de a cada episódio jogar um novo acontecimento na cidadela. E os sete refugiados, conseqüentemente, se encontram em uma luta contra todos e principalmente contra si mesmos. Mas para uma minissérie de 13 episódios, os três primeiros pareciam ter uma velocidade quase nula: Ao mesmo tempo em que muita coisa aparentava acontecer (O jogo das máscaras, a “saída” dos personagens para fora da cidade na van, o repórter ser o ex-marido de Janet), no final das contas,  pouco daquilo realmente modificava a situação. Por isso, a atmosfera que no primeiro episódio parecia de suspense, se transformou em puro tédio e falta de expectativa.
      Agora isso foram os três primeiros episódios. Pois em Exit One o roteirista acordou depois de 120 minutos de ressaca e finalmente resolveu rabiscar uma linha lógica inicial para que nós pudéssemos começar a trabalhar. Os sete personagens principais recebem a visita de um taxi, no qual um motorista árabe explica bruscamente que Janet e mais alguém de sua escolha seriam levados por ele. Destino? Mistério. Há um momento de tensão inicial, no qual todos tentam alertar Janet que aquilo poderia muito bem ser uma armadilha (ou simplesmente uma amostra da inveja dos outros com a oportunidade), mas Janet, a mais desesperada desde o começo, escolhe - ora quem? - Joe e se deixa levar pela sorte pegando o taxi. 
      E aí percebemos que talvez o passo de tartaruga que foi o começo da série tenha tido uma razão – a construção dos personagens e seus relacionamentos dentro da cidade. Os laços entre eles estão praticamente solidificados, ou como se diria em linguagem “reality showlística”, as panelinhas estão formada. Janet sente uma atração por Joe e vice-versa; O soldado parece se identificar com Moira, enquanto a lorinha Tori (apesar de inicialmente se identificar com Moira) fica um tanto deslocada entre os grupos; Charles e Bill se mantêm nessa relação de ódio e confidência que, conseqüentemente, os juntam.  
    Relações construídas, hora de trabalhá-las. E quando vemos toda a trama das abelhas em que Janet salva Joe de morrer terrivelmente, percebemos o quanto aquilo afeta o rapaz. Mas, afeta mesmo? Pois o final do episódio parece contradizer bastante o porque ele seria uma das “vítimas” do incidente. Pois é, se revela que Joe sabe muito mais do que qualquer um sobre o que se passa naquele lugar. Uma eletrizante cena acontece nos últimos minutos, pegando o espectador de surpresa - a atmosfera calma demais da série não combinou com aquele jogada surpresa, o que pela primeira vez, teve um efeito positivo. Joe e o japinha do restaurante dão a entender que aquilo, SIM, é um programa.  E que ele está por trás disso de alguma forma... Como talvez um infiltrado, para confundir os refugiados.
      
Ainda é cedo para construir uma tese, mais que a cidade aparenta ter um sentido de cura, de busca de uma espécie de correção do passado das pessoas que nela estão... Sim, ela tem. E aparentemente o esquentadinho do Joe não parece mais crer tanto nesse caminho.  E as perguntas ficam:  Se Joe não é uma ”vítima”, porque ele correu risco de vida? Tori, depois do seu acesso de loucura e cachaça (E daquele momento tenso pra não dizer outra coisa, com o gerente noturno, hahaha!), saiu da cidade? Irá embora... Ou morrerá? (Algo na trilha sonora diz que aquela não é uma viagem boa. Um certo tom de... falsa esperança.) E até quando eles vão enrolar com aquele jornalista/marido da Janet? Parece que a trama super boring e nonsense dele NÃO SE MOVIMENTA, CREDO! Espero que tenha um belo motivo pra isso. E que os mistérios continuem a se desenvolver nesse ritmo, bem mais excitante.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

[REVIEW] Rookie Blue - Pilot.





      A primeira vez a gente nunca esquece. Pode parecer irônico, mas isso se encaixa tanto no contexto do blog quanto no pilot da nova série da ABC, Rookie Blue. Assim como essa é a nossa primeira review, onde tudo parece novo, excitante e, principalmente, assustador, o primeiro episódio ilustra as expectativas dos novatos da 15° divisão. E expectativas são apenas expectativas; logo não se assuste ao descobrir que aparências enganam, não há manual de instruções para tudo na vida e que a prática é mil vezes mais difícil que a teoria.  



      E isso pode ser visto logo na apresentação do episódio.  Primeiro temos um clima descontraído, barzinho local, cinco novatos passando pelo trote da academia – quem conseguir tirar as algemas primeiro bebe de graça! – e uma amostra básica do excitamento dos personagens com a nova etapa de suas carreiras. Logo uma fala de Chris Diaz (o moreno com pinta de galã, e eu vou abrir muitos parênteses durante a review, pois primeiro episódio ninguém decora nome de ninguém, hahaha!) se destaca: ”Eu amo tanto esse trabalho, sabe? É engraçado, mas gosto tanto desses caras.” – e você percebe de cara que ela vai ser contrariada minutos depois, afinal, exageros assim deixam claro a intenção do roteirista em criar um jogo de contraste entre o pré e o pós-primeiro dia.

     Até que chegamos ao segundo ato. E nele percebemos o quanto a série está apostando em um clima que deu muito sucesso nas mãos de Shonda Rhymes – Sim, a cabeça por trás de Grey’s Anatomy – e que pode ser um grande fator positivo para a série. A técnica da voz-em-off-falando-coisas-filosóficas, o refinamento em trabalhar o drama de cada um dos policiais de uma forma profunda, mas ao mesmo tempo leve, e a linha tênue e segura do cliffhanger (o “gancho” que elenca os fatos do episódio) com certeza mostrou um belo atrativo em Rookie Blue, e até, de um ponto de vista geral, no desgastado gênero policial. 



     Antes que falem que Rookie Blue é uma cópia ligeiramente polificada de Grey’s, vamos aos acontecimentos principais do episódio: Os personagens são apresentados aos seus novos parceiros de equipes. Alguns como o de Andy MacNelly, apesar de sarcásticos são compreensivos, enquanto os de Chris e Traci Nash (negra de cabelos crespos/ Jenny From The Block) simplesmente já apontam para futuras dores de cabeça ( As Mirandas Bailey’s da academia).

Logo, os três são levados para uma cena do crime, no qual cada um enfrenta os seus próprios problemas de primeiro dia. 



    Andy mostra-se como a mais insegura e desleixada do grupo, prendendo um suspeito que se revela como um policial disfarçado e conhecendo o seu McDreamy... Cof cof, quero dizer o detetive que trabalhará como seu superior nas investigações e que, óbvio, deixou aquele clima no ar. Traci mostra um melhor trabalho no campo, conseguindo lidar e tirar informações com uma criança encontrada na cena do crime o que depois é indiretamente explicado pelo fato dela ter um filho. Chris parece fazer o tipo certinho que segue as regras ao pé da letra, e falha em tirar o depoimento da mulher drogada que foi testemunha do caso. Tirando os três, que tiveram maior nível de atenção durante o episódio, Gail Peck (Loirinha trapaceira) e Dov Epstein (magrelo com pinta de “o” engraçadinho) ficaram na delegacia e fizeram apenas a parte cômica do episódio, sem muitas delongas.



     Tem futuro? Tem. Vale a pena conferir? Sim. Atuação? Nada incrível, mas dá pro gasto (Melhor desempenho fica mesmo para Andy). Original? Se você já viu Grey’s Anatomy, vai perceber inúmeras outras referências ALÉM das já citadas aqui, e que não parecem uma incrível coincidência. Mas aproveitar uma fôrmula de sucesso não é um erro quando se planeja a colocar em um universo completamente diferente. É apenas uma boa idéia sendo reutilizada com uma nova estratégia. E Rookie Blue com certeza tem potencial para atingir o seu objetivo e ver mais alguns episódios com certeza estão nos planos do Feedback at ya.




terça-feira, 29 de junho de 2010

[NEWS] Novidades da 7° temporada de Grey's!

Sarah Drew é promovida ao elenco regular de "Grey’s Anatomy"

A atriz Sarah Drew, que apareceu na sexta temporada de “Grey’s Anatomy” na pele da Dra. April Kepner, foi promovida ao elenco regular da série em sua sétima temporada.



Atriz permanece na sétima temporada, agora com papel regular



Segundo o site Entertainment Weekly, a morena já assinou seu novo contrato com a rede ABC. Com isso, ela se junta a Jesse Willians, que vive o Dr. Jackson Avery, que também teve sua permanência na série confirmada, agora com um papel regular.


“Grey’s Anatomy” é protagonizado por Ellen Pompeo, que dá vida a Dra. Meredith Grey, residente do fictício hospital Seattle Grace. A série acompanha a rotina de trabalho dela e de seus colegas Cristina, George e Alex, focando nas dificuldades que eles passam no trabalho, além de seus relacionamentos amorosos.


Exibida pela ABC nos Estados Unidos, o seriado médico é veiculado no Brasil pela Sony e pelo SBT, que reestreou recentemente a trama na faixa das 21h.

Fonte:Natelinha.uol

April? ECAAAAAA! Depois daquele DRAMALHÃO que ela fez no final da temporada de Grey's ela merecia ser banida do hospital! A Sarah Drew com certeza é uma boa atriz, mas que personagem antipático! Já o Avery sempre foi o meu preferido do Mercy West e acho que é fato que ele merecia mais espaço na trama! Setembro, chega logo!

[NEWS]The Gates e Scoundrels: Cancelamento quase certo!




Aparentemente as duas séries não estão conseguindo impactar as tardes de Domingo. Tim Surette do tv.com informa que os resultados medíocres das duas novas apostas da ABC aponta para um possível cancelamento. Com apenas 1.0 rating na audiência entre adultos e terminando em último lugar na audiência - mesmo sendo as duas únicas séries não reprisadas do dia - o martelo da ABC está para bater pela última vez para os vampiros e criminosos.

Muito se credita que talvez, pela febre Copa do Mundo, a audiência esteja sendo dedicada mais aos esportes (Principalmente devido ao último jogo EUA X Ghana, que foi o jogo da copa do mundo mais assistido na história da América), mas venhamos e convenhamos, não é uma surpresa as baixas audiência se compararmos com a qualidade das tramas. Duvidosas, no mínimo.

Fonte: Tv.Com

[NEWS] Pânico 4 + Surpresa no Elenco!


Nancy O’ Dell do site Access Hollywood conseguiu uma visita ao set de gravações de “Pânico 4” e aproveitou para tirar uma foto com Neve Campbell, a qual você pode conferir acima.

“Pânico 4” será novamente dirigido por Wes Craven e conta com a participação de Neve Campbell (Sidney), Courtney Cox (Gale) e David Arquette (Dewey). O filme tem sua estreia marcada para os USA dia 15 de abril de 2011.

Fonte:
Cineséries


Fãs de thrillers segurem suas cadeiras! Uma das mais famosas sagas do terror adolescente anos 90 parece estar saindo do papel... Finally. Rumores tem vazado desde de meados de 2009 e algumas surpresas no elenco chamaram atenção do Feedback at ya!
Aparentemente Lauren Grahan, nossa Lorelai Gilmore E a Sarah de Parenthood que ganhou segunda temporada na NBC confirmou fazer parte do filme no Jay Leno. Video em inglês de LG confirmando:

http://www.youtube.com/watch?v=SEMf9AsbATc

Com certeza algo para se esperar ansiosamente, Lauren!

[EM OFF] Oh-oh, Matt Le Blanc exagerou na noitada!

Quem se lembra de Matt LeBlanc como o jovem conquistador Joey de Friends vai tomar um susto com a foto abaixo.


O ator norte-americano foi clicado em Londres em uma situação um tanto quanto constrangedora. Alcoolizado, de acordo com o tabloide Daily Mail, ele estava deixando o prestigiado The Ivy Club - e precisou da ajuda de amigos para isso.


Matt está na capital britânica para gravar cenas de Episodes, sua nova série. A comédia, exibida pelo canal pago Showtime, deve estrear na TV dos Estados Unidos no segundo semestre.
Fonte:
Estrelando.

OMFG, mais um resolveu fazer a LiLo! Depois de um verdadeiro sumiço da mídia (seu último trabalho de maior destaque foi em Joey, spin-off de Friends que foi um fracasso de audiência), Matt finalmente arranja um novo trabalho: Episodes.
A trama de David Crane e Jeffrey Clarik (autores de The Class e Mad About You) contará o dia-a-dia de um casal britânico que atua em um seriado de sucesso adaptado para versão americana (Alguém mais não sacou a idéia?). Matt interpretará... Ele mesmo.