Família. Sempre a manteiga do nosso pão de forma; o queijo da goiabada; o toucinho da feijoada e quinhentas outras referências culinárias que me lembram tanto nossa querida Jane. Epa! Não que eu tenha algo contra essa protagonista charmosamente acima do peso – até porque o blogueiro aqui não é lá dos mais magrinhos, hahahaha! – mas não dá pra falar de Drop Dead Diva sem falar de comida às vezes (“Estética” é um tema recorrente na trama). Mas, sinceramente, antes da família completar qualquer coisa da nossa vida, ela causa muito problema. Ah! Isso sim. E em Senti-Mental Journey a irreverente mãe de Jane, interpretada pela engraçadinha Faith Prince, reaparece trazendo como sempre, mais um problema: Além de ser presa por atentado ao pudor, revela sofrer de bipolaridade. E claro, o traz o fator ”pé-no-saco” pra pobre protagonista sofrer durante o episódio.
Drop Dead Diva agora se livrou de todas as amarras deixadas pela temporada passada, já que Tony saiu do seriado. Logo Jane está solteira, Grayson está solteiro e como um mais um dá dois... Tcharam! O roteiro volta a empurrar o “casal principal” de volta. Não sabemos ainda se Grayson sem-sal – me perdoem fãs do coitado, mas vai me dizer que ele é o mestre da personalidade? Hahahahaha! – está realmente afim de dar uma chance para sua parceira de trabalho, mas que é possível que esteja mais próximo de acontecer um tão esperado primeiro beijo, ah, isso está. Devemos admitir que o que o personagem não tem de graça, tem de beleza. Jackson Hurst é um dos melhores mocinhos da TV Americana nesse quesito, de acordo meninas? Hehe.
Bem, o episódio em si foi bem descompromissado. Fechou-se mais no drama da mãe instável e na, finalmente, aparição do pai de Jane, que sinceramente, foi verdadeiramente arremeçado na trama. Ele apenas largou a mãe da Jane porque ela era louca, é isso? Tirando isso ele não tinha nenhuma outra característica especial? Ai, ai, comédias românticas e seus personagens unidirecionais e extremamente irrealísticos. Espero que reconstruam ele mais tarde. Afinal, houve um reencontro pai e filha que foi realmente POUCO aproveitado!
Além disso, Fred parece que além de ser o vouyer da relação Kim e Parker, também pode arranjar suas... Escapadinhas. No meio das aulas de direção ministradas pela irônica Teri, – Okay, admito que ela como personagem cômica funciona muito bem. – Fred é parado por uma policial que... Adivinhem só? O chama pra sair. E ela não era pouca coisa não, hahahahaha! Mas claro que ele ia dar aquele fora no final pela sua honestidade inconveniente. Mais que é fofo o amor todo dele pela Stacy, vamos combinar né? S2 para eles.

Concordo que o Grayson é muito sem-sal, superficial e as vezes, até chato.
ResponderExcluirNão gostei da saída do Tony!!!
Adorei a cena de mãe e filha cantando!!!
Fiquei comovida com o episódio, principalmente na parte em que o pai da Jane surpreende a todos no tribunal se oferecendo para cuidar da ex-esposa quando a juíza determina que a mãe dela precisará de um responsável legal durante o tratamento.
ResponderExcluirO Graysson é um chato, sem sal, e irritante, ainda mais sendo grosseiro com a Jane. Para fazê-lo permanecer na série com uma carga menor de tédio só criando este novo mistério dele querer ir atrás do seu pai biológico após tantos anos. O Tony tem muito mais sex-appeal que ele.
Previsivelmente até o final desta temporada Parker vai dar um pé na bunda da Kim, o que pode significar sua saída da série. Caso isto ocorra, já foi comprovada a competência do Fred como assistente o que pode levá-lo a trabalhar para Graysson e com haverão novas investidas para fazer com que ele e Jane fiquem juntos.
Por falar no Fred, a cena da bola fora dele neste último episódio foi muito engraçada. Tanto pela ingenuidade dele quanto pela reação da Teri.
Finalizando: o sarcasmo estampado na cara da Teri dá um toque especial nesta série; pois consegue superar os insights da Stacy quando tem alguma idéia quase inteligente. Teri, Fred e Stacy são coadjuvantes, mas A-DO-RO os três. Sem eles a série não teria a menor graça.