Abelhas. Táxi. Delírios. Espião. Persons Unknown continua com sua premissa de a cada episódio jogar um novo acontecimento na cidadela. E os sete refugiados, conseqüentemente, se encontram em uma luta contra todos e principalmente contra si mesmos. Mas para uma minissérie de 13 episódios, os três primeiros pareciam ter uma velocidade quase nula: Ao mesmo tempo em que muita coisa aparentava acontecer (O jogo das máscaras, a “saída” dos personagens para fora da cidade na van, o repórter ser o ex-marido de Janet), no final das contas, pouco daquilo realmente modificava a situação. Por isso, a atmosfera que no primeiro episódio parecia de suspense, se transformou em puro tédio e falta de expectativa.
Agora isso foram os três primeiros episódios. Pois em Exit One o roteirista acordou depois de 120 minutos de ressaca e finalmente resolveu rabiscar uma linha lógica inicial para que nós pudéssemos começar a trabalhar. Os sete personagens principais recebem a visita de um taxi, no qual um motorista árabe explica bruscamente que Janet e mais alguém de sua escolha seriam levados por ele. Destino? Mistério. Há um momento de tensão inicial, no qual todos tentam alertar Janet que aquilo poderia muito bem ser uma armadilha (ou simplesmente uma amostra da inveja dos outros com a oportunidade), mas Janet, a mais desesperada desde o começo, escolhe - ora quem? - Joe e se deixa levar pela sorte pegando o taxi.
E aí percebemos que talvez o passo de tartaruga que foi o começo da série tenha tido uma razão – a construção dos personagens e seus relacionamentos dentro da cidade. Os laços entre eles estão praticamente solidificados, ou como se diria em linguagem “reality showlística”, as panelinhas estão formada. Janet sente uma atração por Joe e vice-versa; O soldado parece se identificar com Moira, enquanto a lorinha Tori (apesar de inicialmente se identificar com Moira) fica um tanto deslocada entre os grupos; Charles e Bill se mantêm nessa relação de ódio e confidência que, conseqüentemente, os juntam.
E aí percebemos que talvez o passo de tartaruga que foi o começo da série tenha tido uma razão – a construção dos personagens e seus relacionamentos dentro da cidade. Os laços entre eles estão praticamente solidificados, ou como se diria em linguagem “reality showlística”, as panelinhas estão formada. Janet sente uma atração por Joe e vice-versa; O soldado parece se identificar com Moira, enquanto a lorinha Tori (apesar de inicialmente se identificar com Moira) fica um tanto deslocada entre os grupos; Charles e Bill se mantêm nessa relação de ódio e confidência que, conseqüentemente, os juntam.
Relações construídas, hora de trabalhá-las. E quando vemos toda a trama das abelhas em que Janet salva Joe de morrer terrivelmente, percebemos o quanto aquilo afeta o rapaz. Mas, afeta mesmo? Pois o final do episódio parece contradizer bastante o porque ele seria uma das “vítimas” do incidente. Pois é, se revela que Joe sabe muito mais do que qualquer um sobre o que se passa naquele lugar. Uma eletrizante cena acontece nos últimos minutos, pegando o espectador de surpresa - a atmosfera calma demais da série não combinou com aquele jogada surpresa, o que pela primeira vez, teve um efeito positivo. Joe e o japinha do restaurante dão a entender que aquilo, SIM, é um programa. E que ele está por trás disso de alguma forma... Como talvez um infiltrado, para confundir os refugiados.
Ainda é cedo para construir uma tese, mais que a cidade aparenta ter um sentido de cura, de busca de uma espécie de correção do passado das pessoas que nela estão... Sim, ela tem. E aparentemente o esquentadinho do Joe não parece mais crer tanto nesse caminho. E as perguntas ficam: Se Joe não é uma ”vítima”, porque ele correu risco de vida? Tori, depois do seu acesso de loucura e cachaça (E daquele momento tenso pra não dizer outra coisa, com o gerente noturno, hahaha!), saiu da cidade? Irá embora... Ou morrerá? (Algo na trilha sonora diz que aquela não é uma viagem boa. Um certo tom de... falsa esperança.) E até quando eles vão enrolar com aquele jornalista/marido da Janet? Parece que a trama super boring e nonsense dele NÃO SE MOVIMENTA, CREDO! Espero que tenha um belo motivo pra isso. E que os mistérios continuem a se desenvolver nesse ritmo, bem mais excitante.
Ainda é cedo para construir uma tese, mais que a cidade aparenta ter um sentido de cura, de busca de uma espécie de correção do passado das pessoas que nela estão... Sim, ela tem. E aparentemente o esquentadinho do Joe não parece mais crer tanto nesse caminho. E as perguntas ficam: Se Joe não é uma ”vítima”, porque ele correu risco de vida? Tori, depois do seu acesso de loucura e cachaça (E daquele momento tenso pra não dizer outra coisa, com o gerente noturno, hahaha!), saiu da cidade? Irá embora... Ou morrerá? (Algo na trilha sonora diz que aquela não é uma viagem boa. Um certo tom de... falsa esperança.) E até quando eles vão enrolar com aquele jornalista/marido da Janet? Parece que a trama super boring e nonsense dele NÃO SE MOVIMENTA, CREDO! Espero que tenha um belo motivo pra isso. E que os mistérios continuem a se desenvolver nesse ritmo, bem mais excitante.

muito bom seu feedback!! parabéns
ResponderExcluirmto bom msm!!! vamo ver agora o q é q pode rolar...
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